ARAUTOS DA RAINHA E MENSAGEIRA DA PAZ

Desde o dia 7 de fevereiro de 1991, Nossa Senhora Rainha e Mensageira da Paz, Nosso Senhor Jesus Cristo, o Amantíssimo Coração de São José,o Divino Espírito Santo, os Santos e os Anjos, aparecem frequentemente na cidade de Jacareí-SP, Brasil, ao Vidente Marcos Tadeu Teixeira, e fazem a humanidade um último apelo à conversão.

“DEUS está visitando a Terra nestes últimos tempos nas Minhas Aparições, de uma forma nunca vista! Está perto de vós... Está ao alcance de vossos corações! Ele vem como o Rei de Majestade, mas a Sua voz é como a de um pobre peregrino; que pede um pouco de amor, que pede um pouco de atenção, que pede que entregueis as vossas vidas completamente a Ele... Não defraudeis o SENHOR! Não o decepcioneis fugindo dEle, fugindo de Sua vontade ou do plano que Ele tem para vós! As Minhas Aparições são o último chamamento que o SENHOR faz para vós! Atendei ao Seu chamado, escutai a voz do SENHOR que vos chama em cada palavra de Minhas Mensagens! "(Nossa Senhora, Jacareí-SP, 2007)

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Aparição de Nossa Senhora da Consolação e Correia a Santa Mônica


APARIÇÃO DE NOSSA SENHORA DA CONSOLAÇÃO E CORREIA A SANTA MÔNICA


Santo Agostinho, Nossa Senhora da Consolação
e Santa Mônica

A antiga tradição narra que em suas aflições Santa Mônica sempre recorreu à Nossa Senhora.

Primeiro com as desolações provocadas por seu marido. Depois com a vida desregrada do filho Agostinho, de temperamento difícil, que insistia em ficar longe da religião. 

Santa Mônica desejou seguir Maria inclusive na maneira de se vestir.

Por isto, em suas orações pedia à Nossa Senhora que lhe mostrasse como era sua vestimenta, após a morte de São José e, principalmente após a Ressurreição de Jesus.


Em uma aparição especial à santa Mônica, Maria se apresentou com a roupa solicitada: coberta por uma ampla túnica de tecido rústico, de corte simples e cor muito escura. 

Uma roupa despojada e penitencial,tendo apenas na cintura uma grosseira correia ou cinta de couro que descia quase até o chão. 

Em seguida, soltou esta cinta e colocou-a em Mônica, recomendando-lhe o uso diário. 

Também lhe pediu para transmitir a todos aqueles que fizessem seu uso, teriam sua particular proteção. 

Santa Mônica teve a alegria de ver a conversão do filho, hoje um dos maiores santos da Igreja. 


Santo Agostinho foi um dos primeiros a colocar a cinta e se entregar à proteção de Nossa Senhora da Consolação, como o fez com a comunidade religiosa que logo fundou. 

Assim, a cinta se tornou o distintivo das ordens agostinianas, responsável pela difusão do culto de sua padroeira, em todo o mundo, Nossa Senhora da Consolação. 


A imagem desta devoção, geralmente, representa a Virgem Maria com uma cinta escura entre as mãos, ou a está entregando para Santa Mônica e Santo Agostinho.

Por isto, em algumas localidades é invocada sob o título de Nossa Senhora da correia ou da cinta, mas a devoção é a mesma, festejada no dia 28 de agosto, nas ordens agostinianas.


Era costume, na antiga Judéia, que as senhoras, desde jovens, andassem cingidas com uma correia, como símbolo da virtude da pureza.
A Santíssima Virgem também usou a correia durante toda sua vida, conforme tradição recolhida por São João Damasceno,sendo com a mesma enterrada. 


Para mostrar aos fiéis quanto lhe é grata a devoção à Sagrada Correia, a Mãe de Deus tem-Se manifestado de diversas maneiras e realizado inúmeros prodígios desde o início da Igreja.


Nossa Senhora apareceu-lhe vestida de preto, usando uma correia de couro, e disse-lhe:
“Filha, seja este o teu vestido”. 


Tirando da cintura a correia,
acrescentou:

“Recebe esta Correia Sagrada
por ter cingido este seio que a Deus levou, 
e doravante cinge-te com ela sem a deixares jamais. Incumbe-te de espalhar
em minha honra a devoção da Correia, 
pois Eu te prometo ter por filhos”
O Monge Eutímio, pelos anos de 1098, 
pregando sobre a sagrada Correia, dizia:
“Nós veneramos a Santa Correia 
que é a mesma que se conserva intacta há mil anos. Cremos que de fato a Rainha do Céu cingiu-se com ela; à vista de tão santa relíquia quebraram-se em pedaços os altares dos falsos deuses, 
e quantos templos dos ídolos não caíram por terra 
e quantos milagres não têm sido realizados perante o mundo inteiro!”


Santa Mônica obedeceu em tudo a Nossa Senhora. Conseguiu que a filha e suas netas também se trajassem como a Mãe de Deus orientara e, algum tempo depois, seu filhoAgostinho se converteu e aceitou, desde o Batismo, a mesma Correia. 
Foi este o início de tão consoladora quão bela devoção.

Agostinho, 
que veio atornar-se um grande Santo, Bispo da cidade deHipona e Fundador dos Agostinianos, quis que a Ordem Religiosa por ele fundada tivesse a Sagrada Correia como distintivo de seu apostolado e de sua devoção a Nossa Senhora.
Crescendo dia a dia consideravelmente o número de religiosos de Santo Agostinho, com eles espalhou-se a devoção à SagradaCorreia na África, Espanha, Itália e depois no mundo inteiro.

A canonização de São Nicolau de Tolentino, pelo Papa Eugênio IV, com pompa e solenidade nunca até então vistas na Igreja, motivada, sem dúvida pelos inúmerosmilagres operados pela sua intercessão,determinou 
a implantação da 
Confraria dos Cinturados de Santo Agostinho e Santa Mônica,
pois os fiéis, em vista de grande parte destes milagres ter sido feita por meio da Correia dos santos, solicitaram-na em grande número, e foram os primeiros a formar a Confraria. 


Pouco depois, criou-se outra confrariacom o título de Nossa SenhoradaConsolação. Ambas existiram separadas durante muitos anos. 

No ano de 1575,
o PapaGregório XIII, a pedido do Superior Geral da Ordem de Santo Agostinho, uniu as duas Confrarias com o título de
“Cinturados de Nossa Senhora da Consolação , de Santo Agostinho e Santa Mônica."