ARAUTOS DA RAINHA E MENSAGEIRA DA PAZ

Desde o dia 7 de fevereiro de 1991, Nossa Senhora Rainha e Mensageira da Paz, Nosso Senhor Jesus Cristo, o Amantíssimo Coração de São José,o Divino Espírito Santo, os Santos e os Anjos, aparecem frequentemente na cidade de Jacareí-SP, Brasil, ao Vidente Marcos Tadeu Teixeira, e fazem a humanidade um último apelo à conversão.

“DEUS está visitando a Terra nestes últimos tempos nas Minhas Aparições, de uma forma nunca vista! Está perto de vós... Está ao alcance de vossos corações! Ele vem como o Rei de Majestade, mas a Sua voz é como a de um pobre peregrino; que pede um pouco de amor, que pede um pouco de atenção, que pede que entregueis as vossas vidas completamente a Ele... Não defraudeis o SENHOR! Não o decepcioneis fugindo dEle, fugindo de Sua vontade ou do plano que Ele tem para vós! As Minhas Aparições são o último chamamento que o SENHOR faz para vós! Atendei ao Seu chamado, escutai a voz do SENHOR que vos chama em cada palavra de Minhas Mensagens! "(Nossa Senhora, Jacareí-SP, 2007)

quarta-feira, 28 de março de 2012

CD - OBRA DO AMOR DIVINO E SEU FUNDADOR PADRE ALBERTO GOMES Nº 01 - GRAVADO PELO VIDENTE MARCOS TADEU - SANTUÁRIO DAS APARIÇÕES DE JACAREÍ - SP - BRASIL.

 








CD - OBRA DO AMOR DIVINO E SEU FUNDADOR PE ALBERTO GOMES Nº 01 - DIVULGAÇÃO DO SANTUÁRIO DAS APARIÇÕES DE JACAREÍ - SP - BRASIL.

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Pe. Alberto Gonçalves Gomes (1888-1974) — Sacerdote, fundador da Obra do Amor Divino

Filho de Domingos António Gomes e de sua mulher, Joaquina Rosa Alves, Alberto Gonçalves Gomes nasceu na freguesia de Travassos no dia 17 de Agosto de 1888. Era o primeiro dos oito filhos deste casal: quatro meninas e outros tantos rapazes. Pequenos industriais de ourivesaria, os pais de Alberto deram-lhe uma educação cristã. De débil constituição, o pequeno era dado a graves problemas de saúde. Um dia, durante uma dessas crises de saúde, sua mãe levou-o a um farmecêutico de Porto d’Ave que lhe torceu o nariz. Diz-se que foi nessa ocasião que a mãe do pequeno o prometeu a Deus.
Em 1902, Alberto frequentou o ensino liceal em Guimarães até ao final do 2º Grau, altura em que manifestou vontade a seu pai de frequentar o seminário. Aos 16 anos de idade, entrou para o seminário de Santo António, em Braga, onde completou os preparatórios, ingressando, em 1911, no seminário de S. Tiago, onde completou o curso de Teologia. A sua ordenação como presbítero não teve lugar em Braga, de onde, à época, o arcebispo D. Manuel Baptista de Cunha se encontrava ausente dadas as contendas políticas características da I República, pelo que a recebeu no Porto, do bispo da cidade D. António Barroso. A sua primeira missa ocorreu em 29 de Julho de 1914, na sua paróquia natal.
Foi, depois, convidado para capelão do santuário de Nossa Senhora de Porto d’Ave e para celebrar missa todos os domingos em Brunhais. Naquela altura, apesar do anticliricalismo que se vivia no nosso país, os sacerdotes eram muitos, e nem todos tinham dinheiro à sua paróquia. Fez-se, em 1916, auxiliar dos missionários Pe. Antunes Ferreira e Dr. Clemente Ramos, na igreja das Taipas, à qual em finais de Janeiro de 1916, chegou o despacho arcebispal a nomeá-lo pároco da sua freguesia natal: São Martinho de Travassos. Em 1929, o Prelado anexou-se a paróquia de Oliveira. Mais tarde, deixando Oliveira, foi responsabilizado pela cura de Brunhais, onde se manteve até 1947.
Pároco de freguesias várias, sacerdote de uma humildade muito acima do comum, por muitos considerado em vida «um santo», dada a forma como se entregava a ajudar os outros, o Padre Alberto de Travassos ficará para a posteridade, especialmente, enquanto fundador da "Obra do Amor Divino", cujas raízes lançou por 1921, e que se mantém ainda hoje em actividade plena, pujante na caminhada de oração e recolhimento para que foi fundada. A actual sede foi construída a partir de 1948.
Outro «acontecimento providencial» na vida do Padre Alberto Gomes, foi o ter-se tornado, quase acidentalmente, no confessor de Alexandrina de Balazar.
O Padre Alberto faleceu em Travassos em Abril de 1974. No seu elogio fúnebre, escrevia o semanário local Maria da Fonte (6.4.1974) que: «Nos larguíssimos anos do seu apostolado, o Padre Alberto viveu sempre humilde e pobremente, desprezando riquezas e ostentações, valendo-lhe a sua família nas horas e momentos de mais necessidades».